quarta-feira, 22 de maio de 2013
domingo, 19 de maio de 2013
Na Base da Chinela!
Na Base da Chinela!
Alberto Félix, de São Paulo
Camaradas Corais do Pina, Brasília,
Cordeiro e arredores, alcoolistas e tabagistas.
Meninas e meninos Corais.
Domingo, dia das mães, uma fausta
feijoada regada com uísque cerveja e caipirosca.
A festa é grande.
Meu coração feito quem reza, apertado
caminha.
Caminha no encarnado preto e branco.
Longe, de mim distante, pulsa o coração
coral de uma cidade.
A cidade dos armadores das Índias
ocidentais.
Recife.
Com toda poesia.
Está com inveja de mim? Então diz!
Uma Poeira encarnada preta e branca
posou sobre o jacarandá da classe dominante do Recife.
É muita poesia, é muita saudade.
Com suprema ousadia, somos tricampeões!
Tricampeão no espinhaço da gata! Tem
preço?
Tem não.
Eu fui dançar um baile na casa de
Adelmar, nunca vi coisa tão boa foi na base da chinela.
Jogaram no salão pimenta bem
machucada,
O baile de Adelmar acabou com chinelada.
O baile de Adelmar acabou com chinelada.
Aquele abraço.
Aos meus amigos “burro preto” vai
meu salve.
Xico Sá, qualquer dia nos
encontraremos no Bar do Cabo, quiça no 28.
Salve, Berto Pororoca de Brasília
Teimosa!
Salve Walter Lobisomem (também de
Brasília Teimosa)
Salve Lenice (minha prima).
Salve, Saulo e Clodoaldo que são meus
vizinhos.
Mas vem cá, ser tri-vice é foda!
Com os Corais é na base da chinela!
Tome uma, tome duas, e tome três e me
aguarde!
Vê se aprende!
Aqui em Sampa tem um time que dizem que
jogava por música, nós Corais jogamos com poesia, com febre, com
impaludismo, com cheia, com Capiba, com Nélson Ferreira, com João
Cabral.
Aos Severinos e Lampiões Corais aquele
abraço.
Saudações Corais a todos.
Seriedade e competência
SERIEDADE E COMPETÊNCIA
Clóvis Campêlo
Amigos corais:
Ainda em ritmo de comemoração pela conquista do TRI estadual, título histórico obtida em cima do nosso maior rival, o Sport, fico sobressaltado com as notícias de que o Náutico quer nos levar Dênis Marques, Tiago Cardoso e William Alves. Sem falar que o clube da Ilha quer Anderson Pedra, o cão de guarda da nossa defesa.
Penso que manter esses jogadores é essencial. Temos um elenco limitado tecnicamente, onde, com certeza, várias jogadores serão dispensados, criando a necessidade de fazermos outras contratações de bom nível para reforçar a equipe na abominável Série C.
Sabemos que no futebol profissional de hoje o dinheiro fala mais alto, e que clubes como o Santa Cruz tem que se desdobrar na competência administrativa e futebolística para se impor e conquistar títulos.
Pela nossa tradição, pela força da nossa torcida e pelo título de tricampeão estadual, temos a obrigação de ascendermos á Série B e chegarmos ao ano do nosso centenário - 2014 - ostentando essa condição invejável.
Não sei onde é que poderemos ajudar, enquanto torcedores. Mas tenho certeza de que o clube contará conosco em todos os momentos necessários. Futebol profissional se faz com competência e esforço coletivo e nós, torcedores faremos a nossa parte.
Ainda em ritmo de comemoração pela conquista do TRI estadual, título histórico obtida em cima do nosso maior rival, o Sport, fico sobressaltado com as notícias de que o Náutico quer nos levar Dênis Marques, Tiago Cardoso e William Alves. Sem falar que o clube da Ilha quer Anderson Pedra, o cão de guarda da nossa defesa.
Penso que manter esses jogadores é essencial. Temos um elenco limitado tecnicamente, onde, com certeza, várias jogadores serão dispensados, criando a necessidade de fazermos outras contratações de bom nível para reforçar a equipe na abominável Série C.
Sabemos que no futebol profissional de hoje o dinheiro fala mais alto, e que clubes como o Santa Cruz tem que se desdobrar na competência administrativa e futebolística para se impor e conquistar títulos.
Pela nossa tradição, pela força da nossa torcida e pelo título de tricampeão estadual, temos a obrigação de ascendermos á Série B e chegarmos ao ano do nosso centenário - 2014 - ostentando essa condição invejável.
Não sei onde é que poderemos ajudar, enquanto torcedores. Mas tenho certeza de que o clube contará conosco em todos os momentos necessários. Futebol profissional se faz com competência e esforço coletivo e nós, torcedores faremos a nossa parte.
quarta-feira, 15 de maio de 2013
Para Sandro Manoel, time vai superar o cansaço contra o Inter
Ainda sentido o prazer de ter vencido o Sport Recife, e de quebra ter feito o 2º gol no rival, garantindo o tricampeonato ao tricolor, o volante Sandro Manoel, que substituiu o atacante Dênis Marques no domingo, prepara-se agora para outra missão, não menos difícil, que é enfrentar o time do Internacional, em Caxias do Sul/RS, pelo jogo de volta na Copa do Brasil, nesta quarta-feira (15), às 21h50. Na primeira partida no Estádio do Arruda, o placar foi de 0X0.
Para o jogador é hora de esquecer o pernambucano e voltar os pensamentos para o outro torneio. “Agente tem que esquecer o Campeonato Pernambucano, que já passou. Agora é focar na Copa do Brasil que é muito importante para todos nós também, e jogar com atenção e com muita força, para que agente não dê brecha para a equipe deles (Internacional), que é uma equipe muito boa. Mas agente sabe o que veio fazer aqui no Sul, estamos querendo uma vitória a todo custo, e vamos jogar concentrado para conquistar esse resultado positivo”.
Quando defendia as cores do Marília/SP, ele chegou a jogar no Estádio Centenário, onde vai enfrentar a equipe do técnico Dunga, o que pode ser bastante importante para a atuação do atleta. Mas ele ainda não sabe qual a tática que Marcelo Martelotte vai utilizar. “Temos que jogar da maneira que o professor passar. Martelotte gosta de na hora de marcar tem que marcar e na hora de jogar também. Agente tem que fazer o nosso jogo. Graças a Deus estamos tendo sucesso, não conquistamos o Campeonato Pernambucano à toa. Temos que jogar com sabedoria, até por que, não iremos pegar uma equipe qualquer. É uma equipe grande, qualificada, de série A. Nós sabemos que é difícil, mas que não é impossível tirar o Internacional”.
A equipe do Rio Grande do Sul também foi tricampeã do estadual, no entanto, o jogo da final, realizado contra o time do Juventude, foi no dia 5 de maio, o que garantiu à equipe Colorada um bom tempo de descanso para enfrentar o grupo Coral. Mas Sandro Manoel acredita que esses detalhes não irão influenciar quando o árbitro apitar o início da partida. “Eu acredito que quando chega dentro de campo não tem cansaço. Tivemos dois dias para descansar, é pouco tempo, mas que essa é uma profissão que, infelizmente, trabalha em função do calendário brasileiro, de jogar no domingo e às vezes na quarta-feira, e ter que jogar. Mas agente está bastante focado, independente de ter jogado domingo. Agente está muito focado nessa classificação na Copa do Brasil, por ser importante para mim, para o grupo e para a torcida do Santa Cruz”, acredita.
Sobre a responsabilidade de marcar o meia argentino D’Alessandro, que não veio ao Recife no primeiro jogo, por conta de uma suspensão do STJD, o volante se diz tranquilo e capaz de fazer uma partida equilibrada. “É um jogador diferenciado. Eu tive a oportunidade de jogar contra ele e de marcá-lo. é um jogador que merece atenção especial. Mas pelo fato dele ser um bom jogador, agente não pode se omitir, tem que jogar, fazer nosso jogo e respeitar , mas marcando com muita força, procurando dar alegria ao torcedor do Santa Cruz”.
Na partida dessa quarta-feira, o Santa Cruz vai ter a vantagem de se classificar com empate por gols. O atleta está bastante confiante para o jogo, mas ainda não esquece o gol que marcou contra os rubro-negros. “É um gosto bom, que eu não pretendo perder mais. Eu dou toda honra e glória ao senhor Jesus por, nesse momento, estar tendo o reconhecimento dos torcedores, da imprensa, do pessoal que trabalha comigo todos os dias. Eu espero dar continuidade nisso aí, por que o gostinho (de gol) é muito bom”, brinca.
Fonte: Agência CoralNET de Notícias
Para o jogador é hora de esquecer o pernambucano e voltar os pensamentos para o outro torneio. “Agente tem que esquecer o Campeonato Pernambucano, que já passou. Agora é focar na Copa do Brasil que é muito importante para todos nós também, e jogar com atenção e com muita força, para que agente não dê brecha para a equipe deles (Internacional), que é uma equipe muito boa. Mas agente sabe o que veio fazer aqui no Sul, estamos querendo uma vitória a todo custo, e vamos jogar concentrado para conquistar esse resultado positivo”.
Quando defendia as cores do Marília/SP, ele chegou a jogar no Estádio Centenário, onde vai enfrentar a equipe do técnico Dunga, o que pode ser bastante importante para a atuação do atleta. Mas ele ainda não sabe qual a tática que Marcelo Martelotte vai utilizar. “Temos que jogar da maneira que o professor passar. Martelotte gosta de na hora de marcar tem que marcar e na hora de jogar também. Agente tem que fazer o nosso jogo. Graças a Deus estamos tendo sucesso, não conquistamos o Campeonato Pernambucano à toa. Temos que jogar com sabedoria, até por que, não iremos pegar uma equipe qualquer. É uma equipe grande, qualificada, de série A. Nós sabemos que é difícil, mas que não é impossível tirar o Internacional”.
A equipe do Rio Grande do Sul também foi tricampeã do estadual, no entanto, o jogo da final, realizado contra o time do Juventude, foi no dia 5 de maio, o que garantiu à equipe Colorada um bom tempo de descanso para enfrentar o grupo Coral. Mas Sandro Manoel acredita que esses detalhes não irão influenciar quando o árbitro apitar o início da partida. “Eu acredito que quando chega dentro de campo não tem cansaço. Tivemos dois dias para descansar, é pouco tempo, mas que essa é uma profissão que, infelizmente, trabalha em função do calendário brasileiro, de jogar no domingo e às vezes na quarta-feira, e ter que jogar. Mas agente está bastante focado, independente de ter jogado domingo. Agente está muito focado nessa classificação na Copa do Brasil, por ser importante para mim, para o grupo e para a torcida do Santa Cruz”, acredita.
Sobre a responsabilidade de marcar o meia argentino D’Alessandro, que não veio ao Recife no primeiro jogo, por conta de uma suspensão do STJD, o volante se diz tranquilo e capaz de fazer uma partida equilibrada. “É um jogador diferenciado. Eu tive a oportunidade de jogar contra ele e de marcá-lo. é um jogador que merece atenção especial. Mas pelo fato dele ser um bom jogador, agente não pode se omitir, tem que jogar, fazer nosso jogo e respeitar , mas marcando com muita força, procurando dar alegria ao torcedor do Santa Cruz”.
Na partida dessa quarta-feira, o Santa Cruz vai ter a vantagem de se classificar com empate por gols. O atleta está bastante confiante para o jogo, mas ainda não esquece o gol que marcou contra os rubro-negros. “É um gosto bom, que eu não pretendo perder mais. Eu dou toda honra e glória ao senhor Jesus por, nesse momento, estar tendo o reconhecimento dos torcedores, da imprensa, do pessoal que trabalha comigo todos os dias. Eu espero dar continuidade nisso aí, por que o gostinho (de gol) é muito bom”, brinca.
Fonte: Agência CoralNET de Notícias
terça-feira, 14 de maio de 2013
Determinação e competência
DETERMINAÇÃO E COMPETÊNCIA
Clóvis Campêlo
Amigos corais,
Penso que domingo, na Ilha do Retiro, não derrotamos apenas o Sport, mas também a arrogância e a prepotência de um clube e de uma torcida que se acham superiores a tudo e a todos. Que pensam que o futebol pernambucano e as suas instituições existem apenas para lhes servir. Por isso, o choro descontrolado de alguns rubronegros ao final da partida. Achavam que a vantagem coral seria revertida a qualquer momento. Um delírio irracional e perigoso.
Para mim, isso se deve também a anos de controle da FPF, elegendo presidentes e influenciando de forma direta e nem sempre honesta em decisões importantes dentro da entidade.
Com humildade e firmeza, revertemos essa situação. Foi preciso antes, porém, que os vampiros que enfraqueciam o Santa Cruz fossem afastados e se fizesse uma limpeza geral na máfia que antes dominava o Arruda.
A contratação de Martelotte como treinador, criticada por muitos, inclusive por mim em alguns momentos, mostrou-se uma decisão acertada. A saída de Zé Teodoro, temida por muitos, inclusive por mim, arejou o ambiente coral que precisou se adaptar a uma nova filosofia de trabalho e de jogo.
Juntando tudo isso, a competência dos nosso jogadores, a força da torcida e um pouco de sorte, que time campeão também precisa dela, alcançamos o TRI.
Antonio Luis neto conseguiu calar a boca dos que o criticavam, inclusive eu. Martelotte mostrou a sua competência como treinador. Todos nós estamos felizes agora e querendo mais no futuro.
Penso que domingo, na Ilha do Retiro, não derrotamos apenas o Sport, mas também a arrogância e a prepotência de um clube e de uma torcida que se acham superiores a tudo e a todos. Que pensam que o futebol pernambucano e as suas instituições existem apenas para lhes servir. Por isso, o choro descontrolado de alguns rubronegros ao final da partida. Achavam que a vantagem coral seria revertida a qualquer momento. Um delírio irracional e perigoso.
Para mim, isso se deve também a anos de controle da FPF, elegendo presidentes e influenciando de forma direta e nem sempre honesta em decisões importantes dentro da entidade.
Com humildade e firmeza, revertemos essa situação. Foi preciso antes, porém, que os vampiros que enfraqueciam o Santa Cruz fossem afastados e se fizesse uma limpeza geral na máfia que antes dominava o Arruda.
A contratação de Martelotte como treinador, criticada por muitos, inclusive por mim em alguns momentos, mostrou-se uma decisão acertada. A saída de Zé Teodoro, temida por muitos, inclusive por mim, arejou o ambiente coral que precisou se adaptar a uma nova filosofia de trabalho e de jogo.
Juntando tudo isso, a competência dos nosso jogadores, a força da torcida e um pouco de sorte, que time campeão também precisa dela, alcançamos o TRI.
Antonio Luis neto conseguiu calar a boca dos que o criticavam, inclusive eu. Martelotte mostrou a sua competência como treinador. Todos nós estamos felizes agora e querendo mais no futuro.
segunda-feira, 13 de maio de 2013
domingo, 12 de maio de 2013
Santa Cruz é tricampeão pernambucano dentro da Ilha do Retiro
Há um ditado comum que ecoa surdamente os tricolores segundo o qual nada, para o time do Arruda, vem fácil. Sempre é preciso uma dose de suor. Outra de sangue. Foi assim neste domingo. Pela terceira vez nos últimos três anos, o time passou pelo Sport na Ilha do retiro. Desta vez, por 2 x 0. Pela terceira vez nos últimos três anos, o time é campeão estadual. Tricampeão. Festeja, o torcedor do time.
Inflamado pela torcida e pressionado para reverter a vantagem adversária, o Sport começou o jogo tentando sufocar o Santa Cruz. Mas, ainda que tivesse o domínio da bola e mais volume de jogo, não conseguiu acuar o Tricolor. A equipe do Arruda conseguiu neutralizar moderadamente o ímpeto ofensivo dos donos da casa. Como? Marcando na frente. Tanto que o primeiro chute da partida foi de Renatinho, aos oito minutos. A primeira chegada do Rubro-Negro foi aos 13.
O Santa Cruz, defensivamente, estava bem. E, no setor ofensivo, dependia do contra-ataque. A estratégia montada por Martelotte deu resultado. O time já tivera uma boa oportunidade com Dênis Marques, mas o atacante - que arrancou desde o meio-de-campo- não teve fôlego para cortar a marcação, já dentro da área, e chutar para gol. Aos 26, contudo, a equipe coral conseguiu encaixar o ataque perfeito.Mérito primeiro para Raul. Lúcido, o meia conseguiu transformar uma situação em que não tinha opção para um lançamento perfeito para Caça-Rato. O atacante escapou pela direita, nas costas da defesa. Recebeu na frente de Magrão e mostrou tranquilidade incomum para driblar o goleiro e abrir o placar.

Jogadores comemoram o tricampeonato estadual. Foto: Arnaldo Carvalho/JC Imagem
O gol apressou ainda mais o Sport. O time cresceu. Precisava desesperadamente de dois gols. Dos 26 aos 46, o time criou diversas oportunidades - mas quase todas elas pararam num inspirado Tiago Cardoso. E uma delas na trave, com Felipe Menezes, aos 34. Dez minutos depois, Flávio Caça-Rato tratou de tornar mais perigosa a missão tricolor ao colocar a mão na bola de maneira infantil. Como havia tomado o amarelo pela comemoração do gol, foi expulso pelo árbitro.
Na volta da segunda etapa, com um a mais, Sérgio Guedes acionou Érico Júnior no lugar de Felipe Menezes. O Santa Cruz voltou com a mesma equipe - mas com uma postura naturalmente mais defensiva. O Leão foi para o ataque. A Cobra Coral tentou se resguardar para o bote mortal.
O Sport, no começo, teve muito domínio, muitas trocas de passe na intermediária adversária, mas pouca penatração. A maior parte das jogadas era criada pelo lado esquerdo, com Reinaldo, Érico Júnior e Lucas Lima. E era finalizada em geral após cruzamentos à área. Mesmo sendo atacada com muita frequência, a defesa tricolor conseguiu minimizar as chances do outro time. Não que elas não existiram. Aos 5 minutos, por exemplo, Lucas Lima cruzou e Érico Júnior cabeceou livre. Para fora. Aos 20, outra, ainda mais complicada. Marcos Aurélio usou outra arma do Rubro-Negro na segunda etapa: o chute de longa distância. Tiago Cardoso bateu roupa - e Matheus Lima chegou. O goleiro se recuperou e conseguiu tocar na bola, que, mesmo assim, ia entrar. Mas a defesa do Santa salvou em cima da linha.
No minuto seguinte, o Tricolor foi bem perigoso. Num contragolpe. Após boa troca de passes, Dênis Marques recebeu na direita, fora da área e encheu o pe. Magrão espalmou para a esquerda. Renatinho pegou a bola, tentou drible e caiu dentro da grande área. Gilberto Castro Júnior mandou seguir. A bola sobrou para Luciano Sorriso, que bateu por cima.
Aos 27, Martelotte tirou Dênis Marques, caído, para colocar Sandro Manoel no jogo. Aos 41, o próprio volante fez jogada de craque, driblou Tobi dentro da área e bateu de três dedos no ângulo de Magrão. Santa Cruz tricampeão.
Sport - Magrão, Cicinho (Moacir), Gabriel, Maurício (Matheus Lima) e Reinaldo; Tobi, Rithelly, Lucas Lima e Felipe Menezes (Érico Júnior); Marcos Aurélio e Felipe Azevedo. Técnico: Sérgio Guedes.
Santa Cruz - Tiago Cardoso, Everton Sena (Nininho), William Alves, Renan e Tiago Costa; Anderson Pedra, Luciano Sorriso, Raul e Renatinho; Dênis Marques (Sandro Manoel) e Flávio Caça-Rato. Técnico: Marcelo Martelotte.
Pernambucano Coca-Cola (final). Local: Estádio da Ilha do Retiro. Horário: 16h. Árbitro: Gilberto Castro Júnior. Assistentes: Clóvis Amaral e Ricardo Chianca. Cartões amarelos: Everton Sena, Raul, Caça-Rato e Tiago Costa (Santa Cruz); Maurício, Matheus Lima, Tobi(Sport). Cartão vermelho: Flávio Caça-Rato (Santa Cruz). Gol: Flávio Caça-Rato (aos 26 do 1T). Público: 26.806; Renda: R$: 552.420,00
Fonte: Jornal do Comércio
Com raça e afirmação, SANTA é triCAMPEÃO
Vão falar o quê agora.
Com um a menos e na casa deles se impondo.
Foi um olé em campo e nessa imprensa tendenciosa.
OS ALEMÃES E SEUS CANHÕES
OS ALEMÃES E SEUS CANHÕES
por Alberto Félix, de São Paulo
Camaradas Corais do Pina, Brasília,
Cordeiro e arredores, alcoolistas e tabagistas.
Meninas e meninos Corais.
Era tido como certo e liquido que a
final da UEFA seria entres os times espanhol e alemão. Havia os que
juravam sobre todos os livros sagrados e profanos que a final seria
Real e Barcelona.
O futebol é assim, superior a
profecias e vaticínios.
E a águia alemã pousará no Estadio
de Wembley, trazendo em seu espinhaço o Borussia e o Bayern.
Dos balcões dos botequins e a cronica
esportiva tem falado e escrito loas e louvores a organização e
método dos times e alemães e olha que de O&M esses camaradas
manjam até demais.
Foi o pesadelo alemão para bascos e
espanhóis, algo como uma blitzkrieg de triste memória.
O Sapão (Mogi Mirim) de Rivaldo,
treinado por Dado Calvacanti, (que já foi nosso treinador)
espalharam que ele, o Mogi, era o Bayern de Mogi, e eles acreditaram!
Calma Saraiva, calma.
Havelange, o “o capo di tutti capi”,
já era, já vai tarde, velho sem vergonha! Os canalhas também
envelhecem.
Eu quero dizer o seguinte, de jogo eu
não tenho medo, tenho medo é de economistas, bocas, caras e gestos
de bedel, sobretudo os de televisão, a conversa é uma só, estamos
na estaca zero, essa conta não fecha, o PIB, o deficit orçamentário,
e quando eles falam dos gargalos! Molham-se de prazer.
Ai que loucura!
E nós Corais? Quero dizer nada não.
O que eu estou vendo, é o que estou
vendo?
Tri-tricolor! É o tri?
Avante Legião Coral!
Não façam prisioneiros!
Saudações Corais a todos.
sexta-feira, 10 de maio de 2013
terça-feira, 7 de maio de 2013
segunda-feira, 6 de maio de 2013
Mulheres que amam o Santa
De início, pensei em ilustrar esse comentário com aquela cena grotesca e desleal de Tobi tentando quebrar a perna de Renan Fonseca. Um caso típico de mau caratismo que precisaria ser punido com rigor. O jogador coral já havia se antecipado e tocado na bola quando foi atingido. É nessas horas que a tecnologia pode ajudar a arbitragem a punir os atletas desleais.
No entanto, descobri no Google a imagem abaixo e terminei optando por ela. Uma mulher bonita sempre ilustra bem qualquer texto. Ainda mais quando é um texto versando sobre uma vitória como a de ontem, que poderá nos abrir o caminho para a conquista do TRI.
Assim, em homenagens às mulheres que amam o Santa Cruz e em homenagem à vitória de ontem, a imagem bela da torcedora coral, redimindo-nos de todos os desgastes que antecederam o jogo e de todas as ações negativas que não impediram a nossa vitória.
Avante Santinha, rumo ao TRI!
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