terça-feira, 22 de abril de 2014

Um tricolor arretado


UM TRICOLOR ARRETADO

Clóvis Campêlo

Essa história quem me contou foi a amiga Irani Paiva e serve para mostrar como a paixão do povo brasileiro pelo futebol transcende a lógica da razão para cair no passionalismo desenfreado.
Irani é síndica do prédio onde mora, no bairro da Tamarineira, no Recife. Entre os zeladores do prédio, está "seu" Clodoaldo, torcedor fanático do Santa Cruz e figura respeitada e respeitável.
Pois bem. Quando da final do campeonato pernambucano de 2006, disputada entre o Santa Cruz e o Sport, "seu" Clodoaldo fez uma aposta com um dos vizinhos do bairro onde mora, torcedor do Sport, ficando acertado entre eles que o perdedor seria obrigado a passar uma hora na esquina da rua vestido com a camisa do time adversário ou vestido com roupas de mulher para que todos os transeuntes o vissem naquela situação vexatória.
Acontecido o jogo final, com a vitória do Sport nos penaltes e a consequente conquista do campeonato, para surpresa de todos e "maculando" a sua imagem de homem respeitado e respeitável, "seu" Clodoaldo preferiu vestir-se de baiana e se expor às gozações dos amigos e do "inimigo" do que vestir a camisa do time adversário.
O amor ao seu clube de coração prevaleceu e ele não cedeu à "humilhação" de vestir a camisa rubro-negra.
Pra mim, não resta a menor dúvida: "seu" Clodoaldo é um tricolor arretado!

O goleiro Jair


JAIR, O GOLEIRO

Jair, o ótimo goleiro baixinho do Grêmio e do Santa Cruz (PE) nos anos 60, 70 e início de 80, hoje é preparador de goleiros, e dos bons. Ele tem residência fixa em Porto Alegre (RS), mas está sempre rodando o país, treinando os goleiros de futebol do Brasil.
Jair não se esquece de um gol que tomou de Edu, no Pacaembu, em 1972, quando Santos e Grêmio empatavam debaixo de muita chuva. Aos 47 do segundo tempo, em cobrança de falta perfeita, Edu colocou a bola no ângulo, bem lentamente, mas não deu para o bom Jair. "Foi a mais bela cobrança de falta que vi em minha carreira", saliente Jair, um tremendo gente boa.

Fonte: Como Antigamente Santa Cruz Sempre

domingo, 20 de abril de 2014

Santa Cruz 1 x 1 ABC


SANTA CRUZ 1 x ABC

O Santa Cruz decepcionou sua torcida na estreia na Série B do Campeonato Brasileiro. O Tricolor ficou no 1x1 com o ABC, na tarde deste sábado (19), no Arruda. Os corais abriram o placar com Betinho. Mas os potiguares empataram no começo do segundo tempo, com Dênis Marques. Após o jogo, o técnico Vica entregou o cargo e não comanda mais o Santa Cruz.
A partida diante do ABC marcou o reencontro de dois ex-tricolores. O técnico Zé Teodoro e o atacante Dênis Marques, autor do gol do time potiguar.
O time coral não fez uma boa partida. O técnico Vica preferiu colocar o jovem meia Raniel, 17 anos, e deixou Renatinho no banco. O garoto teve uma atuação regular, mas o meia Raul não foi bem, lento e sem criatividade. O ABC investiu na marcação. As oportunidades foram raras. Na chance que teve, o Santa Cruz fez 1x0, aos 20 minutos, com o atacante Betinho. O time potiguar poderia ter empatado aos 25, mas Dênis Marques desperdiçou.
No segundo tempo, o ABC, logo aos oito minutos, o meia João Henrique cruzou da direita e Dênis Marques, de cabeça, mandou no canto esquerdo de Tiago Cardoso: 1x1.
Com o empate, o ABC passou a marcar mais forte. O Santa Cruz partiu para cima, mas pouco criou. As chances foram nulas. As duas melhores oportunidades foram em arremates do volante Luciano Sorriso de fora da área, mas sem sucesso.

Fonte: JC On Line

sábado, 19 de abril de 2014

Carlos Alberto Rodrigues


CARLOS ALBERTO RODRIGUES

Ex-volante do São Paulo e Santa Cruz.
Carlos Alberto Rodrigues, meio-campista do São Paulo, Grêmio, Santa Cruz, Náutico, Colorado (hoje Paraná Clube), entre outras equipes nos anos 60 e 70, hoje mora entre São José dos Campos e Caraguatatuba, litoral norte de São Paulo. Lá, ele trabalha no ramo de lajotas.
Nascido no dia 12 de julho de 1947, Carlos Alberto ganhou o "Rodrigues" no nome nos tempos de jogador por causa do lateral Carlos Alberto Barbosa, que morreu nos anos 80. Os dois atuaram juntos no Santa Cruz.
O ex-volante é casado com a irmã da mulher de Humberto Ramos, autor do cruzamento para o gol de Dadá Maravilha contra o Botafogo, no Maracanã, em 1971. O Atlético Mineiro foi o campeão brasileiro daquele ano.

Fonte: Santa Cruz Sempre

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Salgueiro 1 x 1 Santa Cruz


SALGUEIRO 1 x 1 SANTA CRUZ

O Santa Cruz não apresentou um bom futebol. Mesmo assim, arrancou um empate por 1x1 diante do Salgueiro, na noite desta quarta-feira (16), no Cornélio de Barros, no Sertão. Foi o primeiro jogo para a definição do terceiro colocado do Campeonato Pernambucano, que classifica para a Copa do Nordeste e do Brasil de 2015. A partida da volta está marcada para a próxima terça-feira, no Arruda. Com o resultado, um novo empate leva a decisão para os pênaltis. Uma vitória para um dos lados, qualifica o vencedor automaticamente para as duas competições.
Antes do início do jogo, o técnico Vica foi obrigado a mudar o seu plano tático. O meia Raul sentiu dores na coxa direita e foi substituído pelo volante Memo. Assim, o comandante coral, que pretendia usar dois meias, manteve os três volantes. Sandro Manoel e Luciano Sorriso completaram o setor. Dessa forma, o meia Jefferson Maranhão ficou sozinho com a função de armar.
Os meias Renatinho, lesionado na coxa esquerda, e Carlos Alberto, poupado, que seriam opções, ficaram no Recife. No banco de reservas, apenas o garoto Raniel, 17 anos.
O tricolor não começou bem o jogo. Logo aos seis minutos, o lateral Sidny, do Salgueiro, escapou pela direita e arriscou o arremate. No rebote, o atacante Kanu aproveitou e fez 1x0.
O Santa Cruz pouco criava. Resultado: Flávio Caça-Rato e Leo Gamalho ficaram isolados. Já o Salgueiro poderia até ampliando o placar. Aos 17, Kanu desperdiçou uma boa chance. Depois, aos 22, Pio chutou fraco para a defesa de Tiago Cardoso.
Com o time pouco inspirado, Vica ainda queimou uma substituição aos 30 minutos. Flávio Caça-Rato saiu com dores na coxa esquerda e entrou Pingo. A única oportunidade do tricolor foi justamente com Pingo, aos 39. Mas o atacante mandou para fora um bom passe de Leo Gamalho.
No segundo tempo, o Santa Cruz começou melhor, mas sem muita chance de finalizar. A situação começou a mudar quando o garoto Raniel, 17 anos, entrou na vaga de Memo, aos 15 minutos. O tricolor passou a ter mais presença ofensiva. Aos 19, Vica arriscou tudo e colocou o atacante Betinho no lugar de Jefferson Maranhão.
O Santa Cruz foi totalmente para cima do Carcará, que atacava sem eficiência. O tricolor, porém, não errou aos 26 minutos. Após um cruzamento do lateral Oziel, o zagueiro e Ranieri se chocou com o goleiro Luciano, que ficou caído, e Betinho aproveitou para chutar e empatar o jogo em 1x1.
FICHA DO JOGO

Salgueiro: Luciano; Sidny, Aylton Alemão, Ranieri e Pery; Pio, Moreilândia (Rodolfo Potiguar), Valdeir (França) e Anderson Paraíba. Everton e Kanu (Alexson). Técnico: Cícero Monteiro.
Santa Cruz: Tiago Cardoso; Oziel, Everton Sena, Renan Fonseca e Zeca; Sandro Manoel, Luciano Sorriso, Memo (Raniel) e Jefferson Maranhão (Betinho); Flávio Caça-Rato (Pingo) e Leo Gamalho. Técnico: Vica.
Local: Estádio Cornélio de Barros, em Salgueiro. Árbitro: Emerson Sobral.Assistentes: Clóvis Amaral e Albert Júnior. Gols: Kanu, aos 6 minutos do 1º tempo, Betinho, aos 26 do 2º. Renda: R$ 110.325. Público: 7.618. Cartões amarelos: Jefferson Maranhão e Luciano Sorriso (Santa), Pery (Salgueiro).

Fonte: JC On Line

terça-feira, 15 de abril de 2014

A hora de ganhar


A HORA DE GANHAR

Clóvis Campêlo

Caros amigos corais, engana-se quem pensa que o campeonato pernambucano de 2014 se acabou para nós. Amanhã, contra o Salgueiro, no sertão pernambucano, iniciamos a disputa do terceiro lugar. Se ganharmos, garantiremos a nossa participação na Copa do Brasil de 2015. Portanto, o jogo é importantíssimo.
No próximo, também já estrearemos no Campeonato Brasileiro da Série B enfrentando o ABC de Natal, no Arruda. Precisamos iniciar a competição ganhando e imposto respeito dentro de casa. Não adianta mais ficar chorando sobre o leite derramado. O tetra já é coisa do passado. Perdemos e o desmérito foi todo nosso.
Quero acreditar que agora chegou a nossa vez. Como já disse antes, um grande time se faz com vitórias e títulos. E para isso, temos que ter a vontade de atacar, fazer gols e vencer cada jogo. Temos também que ter qualidade e velocidade no nosso meio de campo. Não adianta querer jogar o tempo todo com a bunda encostada na parede, praticando um anti-futebol.
Vamos esperar que os deuses do Olimpo futebolístico iluminem a cabeça de Vica e ele saiba usar com maestria os jogadores de que dispõe no momento. Aliás, para mim, essa tem siso a grande dificuldade do treinador coral: valer-se de variações táticas convincentes durante o jogo. Nesse sentido, ele já mostrou toda a sua limitação.
Mas, como futebol também é superação, vamos recomeçar com gana e disposição.
O futuro é uma página em branco. Vamos construí-lo com vontade e garra.

sábado, 12 de abril de 2014

Gena


GENA

Genival Barros da Costa Lima, o “Gena”, nasceu no Recife no dia 11 de maio de 1943. Foi um fantástico lateral-direito, um dos melhores que já atuaram pelo Santa Cruz. Tem a incrível marca de onze títulos consecutivos do Campeonato Pernambucano. Foi Hexa pelo Náutico e em seguida, Penta pelo Santa Cruz ganhando os títulos de 1969 à 1973.
Carreira
Iniciou sua carreira no Náutico, onde conquistou o hexacampeonato pernambucano (1963 - 1968). Em 1969, transferiu-se para o Santa Cruz, dando início a conquista do penta campeonato (1969-1973). Tornando-se assim um dos poucos, senão o único atleta a conquistar 11 títulos estaduais consecutivos.
Apesar de ter sido pentacampeão pela Santa Cruz, Gena, aos 38 anos, não conseguiu renovar com o clube. Talvez, pela idade. Ao deixar o Tricolor, recebeu uma proposta do Centro Esportivo Força e Luz, de Natal, no Rio Grande do Norte. Experiente, tornou-se treinador, mas sem deixar de jogar.
Títulos
Conquistou pelo Náutico 13 títulos: Hexa-Campeão Pernambucano (1963-1968), Tri-Campeão do Norte (1965 - 1967), Vice-Campeão Brasileiro - Taça Brasil (1967), Campeão do Torneio do Centenário de Campina Grande, Campeão do Torneio Quadrangular dos 430 anos do Recife e Campeão do Torneio Quadrangular de Salvador.
Conquistou pelo Santa Cruz 5 títulos: Penta-Campeão Pernambucano (1969-1973)
Gena ganhou o Prêmio Belfort Duarte. Criado em 1945 e concedida pela CBF, contempla os atletas "fair play" do Brasil.

Fonte:Como Antigamente Santa Cruz Sempre

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Lagarto 0 x 1 Santa Cruz


LAGARTO 0 x 1 SANTA CRUZ

O time reserva do Santa Cruz foi bem na estreia da Copa do Brasil e venceu o Lagarto por 1x0, na noite desta quarta-feira (9/4), no Estádio Presidente Médici, na cidade de Itabaiana-SE. Caso o tricolor tivesse vencido por dois gols de diferença evitaria o jogo da volta, marcado para o dia 30, no Arruda. O time coral joga por um empate sem gols para passar a próxima fase da competição. O empate a partir de 1x1 dar a vaga ao time sergipano, que se vencer por 1x0 levará a decisão para os pênaltis.
O Santa Cruz começou marcando bem, não deixando espaço para o Lagarto. Assim, o tricolor aos poucos, foi se impondo. Logo aos dez minutos, o lateral Panda, pela esquerda, partiu em velocidade para cruzar na área. O meia Carlos Alberto, em boa posição, cabeceou livre para fazer 1x0.
Com a vantagem no placar, o time coral ficou esperando o Lagarto. O time da casa passou a atacar mais, mas sem muita objetividade. Mesmo assim, aos 23 minutos, o meia Da Matta cobrou escanteio e a bola bateu no travessão e saiu, quase um gol olímpico. Em seguida, o Santa Cruz respondeu com o atacante Adílson, que finalizou para fora.
Os reservas do Santa Cruz nem pareciam que atuavam pela primeira vez. O time tocou bola com tranquilidade. Os volantes Everton e Jhonata marcavam bem, enquanto os meias Carlos Alberto e Renatinho procuravam encostar nos atacantes Adílson e Betinho. O Lagarto tentava armar as jogadas para o atacante Nádson. O avante, porém, não teve competência em aproveitar uma boa chance aos 37, quando errou a finalização e mandou para fora. A resposta do tricolor foi imediata. Renatinho bateu forte e a bola passou perto da trave do goleiro Santos.
O Santa Cruz começou o segundo tempo com Pingo na vaga de Carlos Alberto, enquanto no Lagarto o atacante Nádson deu o lugar a Gabriel. O tricolor partiu para cima. Com quatro minutos, o meia Renatinho desperdiçou duas boas chances de ampliar o placar. Depois, o zagueiro Renato Camilo tentou de longe e a bola passou rente a trave de Santos, aos seis minutos.
A equipe do Lagarto retomou o controle do jogo. A partir dos 20 minutos esteve mais presente no ataque. No entanto, encontrou no goleiro Fred uma barreira. Aos 23 minutos, o lateral Índio cobrou falta e Gabriel entrou na área e bateu, mas o arqueiro tricolor fez boa defesa. Um minuto depois, o lateral Nequinha cruzou e o próprio Gabriel, de cabeça, obrigou Fred a praticar outra bela defesa.
O Santa Cruz ficou em alerta e se fechou para garantir a vitória.

FICHA DO JOGO

Lagarto: Santos; Nequinha, Welton, Walter e Índio; Bahia, Fernando (Kemerson), Dedeco e Da Matta (Brasão); Nádson (Gabriel) e Jussimar. Técnico: Pedro Mendes.

Santa Cruz: Fred; Nininho, Vágner, Renato Camilo e Panda; Everton, Jhonata, Carlos Alberto (Pingo) e Renatinho (Jefferson Maranhão); Adílson (Raniel) e Betinho. Técnico: Vica.

Local: Estádio Presidente Médici, em Itabaiana (SE). Árbitro: José Figueiredo (AL). Assistentes: Adeilton Guimarães e Thalis Monteiro (AL). Gol: Carlos Alberto, aos 10 minutos do 1º tempo. Renda e público: não divulgados.Cartões amarelos: Everton e Jefferson Maranhão (S); e Bahia (L).

Fonte: Jornal do Commercio do Recife

terça-feira, 8 de abril de 2014

Santa Cruz 3 x 0 Sport



SANTA CRUZ 3 x 0 SPORT

O Santa Cruz foi senhor do quinto Clássico das Multidões e bateu o Sport por 3x0, ontem, no Arruda, no primeiro jogo das semifinais do Campeonato Pernambucano. O tricolor ainda não havia vencido o rival na temporada. Nos quatro jogos anteriores, amargou três derrotas e um empate. Com o resultado, os corais só precisam empatar domingo, na Ilha do Retiro, para chegar à final da competição, que vale o tetracampeonato. Uma vitória simples do rubro-negro leva a decisão para os pênaltis, pois o regulamento não determina saldo de gols, mas pontos ganhos.
As duas equipes entraram com um esquema semelhante, com três volantes. Do lado do Santa Cruz, Sandro Manoel, Memo e Luciano Sorriso, enquanto pelo Sport, Rodrigo Mancha, Ewerton Páscoa e Rithely, que teria de fazer a função de um meia. No tricolor, Raul era o único meia de origem, mas tinha a chegada de Sorriso, com o apoio do atacante Flávio Caça-Rato e de Leo Gamalho.
O rubro-negro tinha o apoio de Ananias do lado esquerdo, enquanto Felipe Azevedo ainda voltava para marcar, deixando Neto Baiano sozinho na frente.
O duelo foi constante e a marcação muito forte. Mas o Santa Cruz era efetivo em bloquear as principais jogadas do Sport. Com isso, o tricolor teve mais presença ofensiva. Aos nove minutos, por exemplo, Raul cobrou falta e Magrão fez uma grande defesa. O Leão não conseguia coordenar a sua saída de bola
As melhores chances do Sport foram em cobranças de falta com Neto Baiano. Em uma delas, aos 20 minutos, ele carimbou a trave esquerda do goleiro Tiago Cardoso. O Santa Cruz teve mais oportunidades. Aos, 23, o zagueiro Renan Fonseca cabeceou uma grande chance para fora. Depois, Leo Gamalho entrou na área e finalizou por cima do travessão. Aos 30, Durval salvou ao rebater um arremate de Sorriso. O rubro-negro só voltou a dar sinal de vida em uma cobrança de escanteio, quando Durval cabeceou e Tiago Cardoso defendeu.
No segundo tempo, o Santa Cruz voltou com o meia Carlos Alberto na vaga de Luciano Sorriso, que havia sofrido uma forte pancada nas costelas. O time ganhou mais velocidade, mas foi o Sport que teve a chance de abrir o placar. Aos dois minutos, Neto Baiano acertou um belo chute e Tiago Cardoso fez uma grande defesa.
O Santa Cruz, no entanto, retomou domínio do jogo. Aos nove minutos, Leo Gamalho lançou Flávio Caça-Rato. Ao entrar na área, o atacante foi derrubado por Durval. Pênalti. Gamalho cobrou muito bem e fez 1x0, aos 13 minutos. Logo em seguida, o técnico Eduardo Baptista promoveu duas mudanças. O meia Aílton entrou no lugar de Rithely e Renan Oliveira na vaga de Rodrigo Mancha. Não deu certo. O tricolor só teve o trabalho de encaixar os contra-ataques. Aos 30, Magrão fez milagre ao defender uma cobrança de falta de Raul e na sequência um arremate de Carlos Alberto.

Fonte: JC On Line

segunda-feira, 31 de março de 2014

Central 1 x 1 Santa Cruz


CENTRAL 1 x 1 SANTA CRUZ

Clóvis Campêlo

Amigos corais, a hora da verdade chegou.
No próximo domingo, mais uma vez, estaremos enfrentando a Coisa, agora na disputa das semifinais do Campeonato Pernambucano de 2014. Se não ganhamos nenhum jogo até agora, chegou a hora de ganhar. É tudo ou nada e temos de entrar em campo com esse espírito de decisão.
Mas, é justamente isso o que me assusta. Ontem, em Caruaru, mais uma vez deixamos a desejar diante de uma equipe que, embora na luta pela classificação, perdeu os seus jogos em casa tanto contra o Náutico quanto contra o Sport. Fomos o único time grande, entre o chamado Trio de Ferro, que não dobramos a Patativa em seus domínios. Sinceramente, espero que a hora da superação tenha chegado e que possamos chegar à final e ganharmos o tetra sonhado. Afinal, esse é o ano do nosso centenário e nós merecemos o título.
Ontem em Caruaru, porém, não tivemos força para ganhar do Central e garantir a segunda colocação no grupo. Na verdade, o resultado nos colocaria da mesma maneira diante do Sport, mas com a vantagem de decidir no Arruda. As ausência de alguns titulares foram sentidas, mas, o mais preocupante, será a ausência de Natan, um jogador que eleva a qualidade do passe no meio de campo coral e que sempre surpreende com suas boas jogadas. Sua fragilidade física, porém, sempre o atrapalhou.

sábado, 29 de março de 2014

Uma equipe campeã!


Uma equipe campeã nos anos 60/70!

EM PÉ: PEDRINHO, NORBERTO, ZÉ JÚLIO, ZITO, BIRUNGA E ARY. AGACHADOS: FERNANDO SANTANA, FACÓ, MIROBALDO, LUCIANO VELOSO E NIVALDO.

quinta-feira, 27 de março de 2014

Santa Cruz 1 x 1 Sport


SANTA CRUZ 1 x 1 SPORT

Clóvis Campêlo

Caros amigos corais, confesso que não entendi aquela segunda substituição no jogo de ontem.
Jeferson Maranhão no lugar de Natan, que pediu para sair por cansaço, tudo bem. O time recuou a marcação, já que ganhávamos por 1x0 e passou a jogar nos contra-ataques, explorando a velocidade do segundo. Não funcionou, mas estava dentro da lógica.
Agora, Nininho no lugar de Flávio Caça-Rato, foi cruel. Se a equipe já estava desarticulada taticamente, desconjuntou-se de vez. E o pior é que tínhamos no banco bons jogadores como Betinho, Adílson e Renatinho que poderiam ter entrando e dado conta do recado. Nininho embolou com Oziel pela direita e deixou o time ainda mais capenga.
Na verdade, foram dois tempos distintos. Dominamos o primeiro, fizemos um um gol com Leo Gamalho e poderíamos ter feito mais. O Sport jogava recuado e nos dava espaço para evoluções.
No segundo tempo, a coisa se inverteu. Recuamos, fizemos substituições e alterações táticas equivocadas e deixamos a Coisa empatar.
Portanto, ainda não foi dessa vez que soltamos o grito da garganta. De certo modo, o empate final teve um gosto de derrota. caímos na tabela para a terceira colocação e corremos o risco de enfrentar o Náutico nas semifinais.
Domingo, em Caruaru, teremos outro jogo duro contra o Central, que ontem venceu o Porto e está na luta pela classificação. Vamos ver se o treinador Vica erra menos nas substituições e na escolha dos esquemas táticos.