quinta-feira, 30 de julho de 2015

Acertando a forma de jogar


ACERTANDO A FORMA DE JOGAR

Yuri de Lira

O técnico Marcelo Martelotte ainda não repetiu sequer uma escalação nas oito rodadas que comandou o Santa Cruz na Série B do Brasileiro. Mas o técnico não se importa nem um pouco com isso. Prefere destacar que todos os seus jogadores, titulares ou não, já entenderam a forma de atuação que ele deseja. Depois de ter feito três mudanças na equipe para enfrentar o Bahia e ter conseguido vencer o adversário por 3 a 1, no Arruda, deixa claro que novas podem ser feitas daqui para frente na competição.
"Eu não me incomodo em não repetir a equipe. Quando um atleta está pronto pra ajudar, ele joga a qualquer momento. Contra o Bahia, não tínhamos jogadores suspensos, mas resolvi mexer", disse. Para encarar o Bahia, Martelotte colocou Lúcio no lugar de Marlon na lateral esquerda, visto que o titular estava mal fisicamente. Luisinho jogou no posto de Renatinho para dar mais eficiências às jogadas pelas pontas.
Por fim, João Paulo voltou à titularidade na vaga ocupada por Daniel Costa na rodada passada. Esta última alteração, aliás, o treinador preferiu não se estender muito. Como Daniel estava melhor fisicamente que João (que passou dez dias sem treinar em viagem a Europa), o treinador deixou entender que a subsituição foi meramente técnica. "Foi opção minha. Não interessa se foi física, tática, técnica. Foi uma opção. Se tiver que explicar toda subistituição...", limitou-se
Para Martelotte, de fato, mais importante que tudo isso é o entendimento dos atletas sobre o seu padrão tático. "Hoje, já temos uma maneira de jogar. O jogador já sabe o que tem que ser feito. A gente tem crescido por causa disso. Todos tem participados quando chamados e de uma maneira bem efetiva."

Fonte: Diario de Pernambuco, Recife, 29/7/2015

Sem vaidades


LELÊ (fotografia de Bruno Campos / Folha PE)

SEM VAIDADES

No jogo contra o Criciúma, fora de casa, Lelê teve a companhia de Daniel Costa na armação. Depois, contra o Bahia, foi a vez de João Paulo dividir a responsabilidade de municiar o ataque. O meio-campo do Santa mudou. O que não se alterou foi a presença do meia entre os titulares. Mas essa vaidade de jogar sempre passa longe do Arruda.
“Todos respeitam a opção do Martelotte. Quando você tem um grupo forte, você entende que o professor vai colocar sempre quem estiver rendendo nos jogos. O segredo é esse: ele passa tranquilidade para todo o grupo e diz que não tem titular. Essa é a maneira que ele agrada e passa confiança a todos os jogadores”, afirmou Lelê.
Entre João Paulo e Daniel Costa, Lelê opta por ficar em cima de muro quando questionado sobre quem seria seu parceiro ideal. “Não vejo muita diferença nos dois. Já joguei com o Daniel e tive bom entrosamento. Com o João Paulo também. O Santa está bem servido no setor”, explicou.
Com passagem pelo Oeste, adversário da próxima rodada na Série B do Campeonato Brasileiro, o meia acredita que o Santa tem condições de sair com os três pontos de São Paulo.
“Tive uma passagem de dois anos e meio no Oeste. Tenho amigos lá e sei que a equipe deles é forte jogando em casa. Mas também estamos fortes para chegar no sábado e conseguir um resultado positivo”, concluiu.

Fonte: Folha de PE, Blog de Primeira, Recife, 29/7/2015

Primeiro treino com bola


GRAFITE (Fotografia de Fernando da Hora / JC Imagem)

PRIMEIRO TREINO COM BOLA

Felipe Amorim

A quarta-feira (29) foi marcada pela reapresentação no Arruda dos atletas que atuaram na partida contra o Bahia, mas também pelo treino coletivo, no Ademir Cunha, em Paulista, para quem não vem atuando com frequência. Nessa atividade, a grande novidade foi a presença de Grafite no primeiro treino com bola com os demais atletas.
O atacante de 36 anos, que fará sua estreia no dia 8/8, contra o Botafogo, no Arruda, participou da movimentação que teve como adversário o time sub-20 tricolor. A equipe profissional foi escalada no 4-5-1 com Bruno; Vitor, Alemão, Diego Sacomam e Marlon; Bruninho, Renatinho, Nathan, Raniel e Daniel Costa; Grafite.
No segundo tempo, o técnico Marcelo Martelotte trocou praticamente todos os titulares. Os únicos que permaneceram em campo foram Grafite e Bruninho, que saíram somente no fim da movimentação. Todos os gols do 4x0 saíram nos últimos 45 minutos do trabalho. Balançaram as redes Pedro Castro, Waldison, Emerson Santos e Bruno Moraes.
A baixa ficou por conta de Sacoman, que deixou a movimentação após sofrer uma entorse no joelho direito. Com isso, ele não viajará com o elenco para São Paulo, onde enfrentará o Oeste-SP. No seu lugar quem vai é Alemão. Outra novidade na delegação será a presença de Vitor, que poderá fazer sua estreia pelo Santa Cruz.
Já o goleiro Fred, que continua no Departamento Médico, e o volante Bruninho, apesar de ter treinado normalmente, ficarão no Recife aprimorando a parte física.

Fonte: Jornal do Commercio, Recife, 29/7/2015

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Força, Raça e Paixão


Galeria de Imagens


O RETRATO DO TORCEDOR
Vendedor de Alho no Mercado de São José
Recife, 1995
Fotografias de Clóvis Campêlo

Santa Cruz 3 x 1 Bahia


ANDERSON AQUINO (Fotografia de Peu Ricardo)

SANTA CRUZ 3 x 1 BAHIA

Rômulo Alcoforado

Se você olhar unicamente para a posição na tabela, a vitória do Santa Cruz sobre o Bahia, nesta terça-feira (28), no Arruda, não lhe parecerá tão importante. Antes da 15ª rodada, o Tricolor estava na 9ª posição da Série B. Depois dela, permanecia no mesmo lugar. A diferença, porém, está nos detalhes. Com o triunfo de 3 x 1 sobre o Bahia, gols marcados por Anderson Aquino e Luisinho, duas vezes, a Cobra Coral agora está a um ponto de seu adversário mais próximo, a três do próprio Bahia e a cinco do primeiro integrante do G4, o Náutico. Mais do que isso: o Tricolor ganhou confiança para o próximo jogo, contra o Oeste/SP, fora, e para o seguinte, diante do Botafogo/RJ, no Arruda, na estreia de Grafite. Valeu muito ou não?
O Santa Cruz começou o jogo com a alta intensidade dos times que atuam em casa. Logo aos três minutos, por exemplo, João Paulo recebeu na intermediária, avançou com liberdade e chutou com perigo. O goleiro Douglas Pires espalmou.
Seis minutos mais tarde, o volante Wellington Cezar subiu mais que todo mundo em escanteio e assustou de novo. O trio de meias corais, formado por João Paulo, Lelê e Luisinho, funcionou e criou as principais chances. O pior deles foi o camisa 10, que, de volta após viagem à Europa, não jogou o que a torcida esperava.
Com o passar do tempo, porém, o Bahia foi crescendo. O atacante Kieza, ex-Náutico, era o homem mais perigoso. Teve três boas chances em jogadas aéreas, mas parou na falta de pontaria ou nas mãos de Tiago Cardoso, em ótima noite e seguro como de costume. Mas, curiosamente, no momento em que o Esquadrão de Aço se encontrou, a Cobra Coral abriu o placar.
O meia Lelê recebeu na esquerda, cortou para dentro e tentou o chute da entrada da área. A bola desviou e acabou sobrando nos pés de Luisinho, que foi inteligente, viu a movimentação de Anderson Aquino e deixou o atacante na boa para fazer: 1 x 0, nono gol do artilheiro da Série A. Eram 37 minutos do primeiro tempo.
A torcida nem pôde fazer muita festa, no entanto. A resposta do Bahia foi quase imediata. E veio justamente na maior falha Tricolor no primeiro tempo: a bola por cima. O zagueiro Thales aproveitou cruzamento e empatou a partida.
Na volta para o segundo tempo, Martelotte não mexeu. Sérgio Soares também não fez nenhuma alteração além da que já tinha feito na etapa inicial: Tony no lugar de Adriano.
O time baiano começou levando mais perigo. Sobretudo pelas investidas de Tony pelo lado direito, nas costas de Lúcio. A mais perigosa delas foi aos oito minutos, mas Maxi Biancucchi mandou na trave.
A Cobra Coral, porém, era perigosa. Luisinho teve duas chances consecutivas. Na primeira, recebeu cruzamento da esquerda e, no segundo pau, cabeceou para fora. Na segunda, não perdoou. A bola passada por Aquino foi açucarada e o chute foi igualmente preciso. Forte, no alto. Sem chance para Douglas Pires: 2×1 para o Santa. O Tricolor estava na frente aos 18 do segundo tempo.
Nos cerca de 30 minutos que faltavam, o Bahia tentou ir para cima, rondou a área coral, mas o Santa se segurou. E ainda aproveitou os espaços que o desespero adversário concedeu. Lelê matou duas chances. Mas, na terceira, último lance do jogo, Luisinho definiu: 3 x 1, vitória do Tricolor. Pernambucano.

FICHA DO JOGO

SANTA CRUZ: Tiago Cardoso; Bileu, Danny Morais, Neris e Lúcio (Marlon); Wellington Cezar, Moradei, Luisinho, João Paulo (Renatinho) e Lelê (Pedro Castro); Anderson Aquino. Técnico: Marcelo Martelotte.
BAHIA: Douglas Pires; Adriano Apodi (Tony), Thales, Jailton e Marlon; Yuri, Souza (Alexandro), Tiago Real e Eduardo (João Paulo); Maxi Biancucchi e Kieza. Técnico: Sérgio Soares.

Local: Arruda. Árbitro: Rafael Traci (PR). Assistentes: Ivan Carlos Bohn e Diogo Morais (ambos do PR). Gols: Anderson Aquino (aos 36 do 1º tempo) e Luisinho (aos 19 e 48 do 2º tempo) para o Santa Cruz; Thales (aos 39 do 1º tempo) para o Bahia. Cartões amarelos: Wellington Cézar (Santa Cruz); Jaílton, Marlon, Maxi Biancucchi (Bahia). Público: 13.235. Renda: R$ 170.370,00.

Fonte: Folha de Pernambuco, Blog de Primeira, Recife, 28/7/2015

terça-feira, 28 de julho de 2015

Pra vencer e embalar


BILEU (Fotografia de Peu Ricardo)

PRA VENCER E EMBALAR

Rômulo Alcoforado

O jogo de hoje, contra o Bahia, às 19h30, no Arruda, pela 15ª rodada da Série B, é difícil por natureza para o Santa Cruz. O adversário é um rival regional, faz boa campanha na Segundona (sexta posição) e tem jogadores de muito talento. Mas a Cobra Coral, além das qualidades do oponente, terá de superar outro empecilho: o desgaste físico que seus atletas sofreram no duelo diante do Criciúma/SC. Três dias, com uma viagem longa no meio, são muito pouco para “recarregar as baterias” após uma batalha em campo pesado no Sul do País.
É por conta da condição física incerta da maioria dos titulares que o técnico Marcelo Martelotte ainda não definiu o time que enfrenta o Bahia. “O ideal seria mexer o mínimo possível na equipe, mas não posso adiantar a escalação nem a relação de jogadores. Estamos avaliando todas as situações. Toda e qualquer mudança vai depender da condição dos jogadores, já que o desgaste foi grande e o tempo de recuperação muito curto”, explicou.
O certo é que Vitor não vai estrear. Bileu deve permanecer na lateral – visto que foi bem contra o Tigre e que seu novo concorrente na função ainda carece de um melhor condicionamento físico. O zagueiro Alemão e o volante Bruninho, recuperando-se de lesão, não retornam ao time. A única dúvida, portanto, apesar do mistério do treinador, é no meio-campo: João paulo volta ou não?
Depois de dez dias na Europa, o atleta foi barrado do último jogo, cumpriu o castigo em silêncio, ficou trabalhando no Arruda enquanto a equipe viajou, e pode receber nova chance. Martelotte, no entanto, não confirma. “A gente precisa ver também o aproveitamento dele. Vamos analisar com mais calma”, limitou-se a responder. Caso opte pelo retorno do Craque do Pernambucano, o técnico sacará Daniel Costa do time.
Quem “se escalou” foi o zagueiro Danny Morais. “Alguns jogadores estão sentindo o desgaste, então essa decisão de quem vai jogar deve ser tomada mais perto do jogo. Mas eu estou bem e pronto para jogar”, garantiu. Atento ao adversário, o defensor recomendou sinal de alerta ligado com o poderio ofensivo do adversário. “É um time que tem muita qualidade do meio para frente, não podemos cochilar”, advertiu.

SAIBA MAIS

Para o Santa, o jogo pode ser considerado “de seis pontos”. Depois de um péssimo início de Série B, o time de Martelotte vem em franca recuperação e está se aproximando continuamente do G4. Está a sete pontos do grupo de elite. Uma das equipes que está entre o Tricolor e o objetivo é justamente o Bahia, na sexta posição. Seis pontos os separam. Caso vença hoje, além de somar três pontos, a Cobra Coral impede que o adversário faça mesmo. Vale muito.

Fonte: Blog de Primeira, Folha de PE, Recife, 28/7/2015

domingo, 26 de julho de 2015

Essa praia é nossa!


ESSA PRAIA É NOSSA!
Praia da Boa Viagem
Recife, julho 2015
Fotografia de Clóvis Campêlo

Criciúma 0 x 0 Santa Cruz


CRICIÚMA 0 x 0 SANTA CRUZ

Criciúma e Santa Cruz vinha ambos em boa fase na Série B. O jogo deste sábado, portanto, poderia decidir quem continuava em momento positivo e, ainda, daria ao vencedor uma vantagem sobre o rival – já que Tigre e Cobra Coral estavam empatados na tabela. Poderia. Porque a igualdade de fora de campo se manteve dentro dele. Resultado? O 0 x 0 limitou o crescimento das duas equipes e não fez ninguém sair sorrindo do estádio Heriberto Hülse. Menos mal para o Tricolor, que atuou fora de casa e se manteve na frente dos catarinenses por ter melhor saldo de gols. Continua em nono, enquanto o time de Dejan Petkovic é o 10º da Série B.
No primeiro tempo, mesmo atuando fora de seus domínios, a equipe de Marcelo Martelotte foi melhor. Montado em duas linhas de quatro na defesa, conseguiu neutralizar o adversário e praticamente não sofreu riscos. E ainda assustou em contra-ataques, puxados principalmente por Lelê, pelo lado direito.
A Cobra Coral chegou a marcar um gol, aos 24, em cruzamento de Lelê que Anderson Aquino completou para as redes. O atacante tricolor, entretanto, estava um pouco adiantado. O bandeira viu e assinalou impedimento. Nove minutos mais tarde, o artilheiro do Santa teve outra chance, desta vez em posição, legal, mas cabeceou fraco.
Na volta para o segundo tempo, o Santa Cruz parecia que manteria o embalo. Criou a primeira chance, por exemplo, aos três minutos, em tiro de fora da área de Daniel Costa. A empolgação, porém, não durou muito. O Tigre se equilibrou em campo e começou a chegar com perigo.
O meia Natan ameaçou o ex-clube em duas situações. Na primeira, aos seis minutos, o jogador ficou de frente para Tiago Cardoso, mas demorou a chutar e permitiu que o zagueiro Danny Morais desse um carrinho e salvasse o Santa. Um minuto mais tarde, o mesmo jogador ficou novamente em condições de marcar, mas tentou driblar o goleiro tricolor, adiantou demais e se jogou. Não apenas perdeu o gol, como foi advertido com o amarelo.
Percebendo a fragilidade da equipe, o técnico Marcelo Martelotte fez mudanças. Sacou Daniel Costa e colocou Luisinho. Tirou Anderson Aquino e pôs Waldison. Substitiu Lúcio por Marlon. Não deu certo. O Criciúma continuou assustando. A melhor chance dos donos da casa foi aos 28. Maurinho tinha tudo para marcar, mas Wellington Cezar salvou quase em cima da linha.

FICHA DO JOGO

CRICIÚMA: Luiz; Jonas (Maicon Silva), Wanderson, Adalberto e Cristiano; Wellington, Paulinho e Natan (Roger Guedes); Lucca (Maurinho), Juba e Neto Baiano. Técnico:Dejan Petkovic.

SANTA CRUZ: Tiago Cardoso; Bileu, Danny Morais, Neris e Marlon (Lúcio); Bileu, Moradei, Renatinho, Lelê e Daniel Costa (Luisinho); Anderson Aquino (WaldisoN). Técnico: Marcelo Martelotte.

Local: Estádio Heriberto Hülse (Criciúma/ SC). Horário: 16h30. Árbitro: Alinor Silva da Paixão (MT). Assistentes: Paulo César Silva Faria e Marcelo Grando (ambos do MT). Cartões amarelos: Danny Morais, Tiago Cardoso e Renatinho (Santa Cruz); Natan, Cristiano (Criciúma).

Fonte: Blog de Primeira, Folha de PE, Recife, 25/7/2015

sábado, 25 de julho de 2015

Dez mil sócios até a estreia de Grafite


DEZ MIL SÓCIOS ATÉ A ESTREIA DE GRAFITE

Felipe Amorim

Até o momento em que esta matéria estava sendo escrita, o Santa Cruz contabilizava exatos 7.161 sócios em dia. No início do ano, antes do lançamento da campanha “Sou Santa Cruz de Corpo e Alma” eram 3 mil adimplentes. Depois da chegada de Grafite esse número cresceu significadamente e a pretensão da diretoria tricolor é de chegar a marca de 10 mil sócios no dia da estreia do atacante. O camisa 23 voltará a vestir as cores corais no dia 8 de agosto, contra o Botafogo, no Arruda.
“A nossa intenção é ter 10 mil sócios até a estreia de Grafite com a camisa do Santa Cruz. No momento estamos fazendo várias ações, mas iremos trazer novidades para atrair os torcedores”, disse o sócio-diretor da empresa BPGP Marketing Esportivo, Dênis Victor, que presta serviço ao Santa Cruz.
O clube tem promovido sua marca atrelada a Grafite da forma como pode. Na noite da última quinta-feira, por exemplo, foi realizado um jantar de adesão ao custo de R$ 250, quando foi lançada a terceira camisa do clube para a temporada 2015 na presença do atleta. O torcedor adquiria comprava para participar do evento, ganhava a camisa e ainda podia tietar Grafite.

ANISTIA

Outra forma que o Santa Cruz encontrou para aumentar o número de sócios é a anistia. Independente do número de meses em atraso, o torcedor paga junho e julho e fica automaticamente em dia com o clube.

Fonte: Jornal do Commercio, Recife, 24/7/2015

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Chico da Cobra


CHICO DA COBRA
Recife, julho 2015
Fotografia de Clóvis Campêlo

Campanha de sócios


CAMPANHA DE SÓCIOS

João de Andrade Neto

A regularização do atacante Grafite animou de vez a diretoria do Santa Cruz, que já iniciou uma série de ações para promover a partida de estreia do jogador, no dia 8 de agosto, contra o Botafogo, no Arruda. Ao todo, 30 outdoors serão espalhados por bairros do Recife, Olinda e Jaboatão dos Guararapes, sendo que 15 já foram colocados nesta quarta-feira. Além disso, serão vinculados vídeos promocionais na televisão e em redes sociais. A perspectiva de público para a estreia de Grafite, de acordo com o departamento de marketing do clube, é de 50 mil pessoas.
Os valores dos ingressos para a partida ainda não foram definidos. Caso alcance a meta, a estreia de Grafie dará uma turbinada na média de público do Santa Cruz nesta Série B. Até agora, decepcionante. Atualmente, nos seis jogos que realizou no Arruda, a média coral é de apenas 6.814 torcedores por jogo, a 8ª maior da competição, atrás de Paysandu, Bahia, Ceará, Sampaio Correa, Vitória-BA, Botafogo e Náutico.
Para efeito de comparação, na Série B do ano passado, os tricolores tiveram média de público de 12.739, a terceira maior do campeonato. Além de Grafite, outro jogador do Santa Cruz que ficou regularizado nesta quarta-feira foi o lateral-direito Vítor, ex-Sport.

Fonte: Diario de PE, Recife, 22/7/2015

Ainda pensando em reforços


AINDA PENSANDO EM REFORÇOS

Rômulo Alcoforado

Quando não há abundância de dinheiro, a criatividade se torna necessária. O Santa Cruz ainda deseja se reforçar – mas, com o orçamento curto, não pode se dar ao luxo de gastar muito para trazer jogadores. A solução é ficar atento ao que acontece na Série A para tentar “pescar” algum atleta de qualidade a um baixo custo.
Não entendeu? É que há um limite imposto pela CBF. Quando um jogador completa sete jogos na competição, ele fica automaticamente impossibilitado de atuar por outra equipe da Primeira Divisão. Como a janela europeia fecha em agosto, os clubes da elite têm dificuldade de reformular os elencos e negociar jogadores para aliviar as folhas salariais. “Neste período do ano, a partir da 12ª, 13ª rodadas, normalmente aparecem boas oportunidades”, explica o vice-presidente tricolor, Constantino Júnior, principal responsável pela contratação de jogadores no Santa.
Tininho tem visitado clubes da Série A para estabelecer parcerias e tentar negócios. Neste mês, por exemplo, o dirigente aproveitou um encontro nacional de executivos de futebol (o ABEX) em Belo Horizonte, para visitar a Cidade do Galo (CT do Atlético/MG), onde conversou com a diretoria do clube mineiro a respeito de possíveis empréstimos. Não foi a única agremiação procurada pelo Tricolor. “Estamos buscando. A gente tem conversado, tem plantado algumas situações e, dentro de pouco tempo, deve aparecer alguma oportunidade de contratação”, disse.
Por conta da própria natureza do negócio, o mais importante não é a posição do atleta. “A gente não tem pensado tanto na função, até porque esse atleta viria como um ‘plus’ para o elenco. O País está vivendo um momento complicado, que acaba passando para o futebol. Os clubes não estão com muito dinheiro. Então, antes de tudo, tem de ser algo vantajoso financeiramente para que a gente concretize”, explicou Constantino.
Até pela fragilidade econômica do clube, é natural que haja, também, o fluxo contrário. Podem chegar atletas, mas também devem sair alguns. Um dos “ameaçados” é o lateral-direito João Carlos, preterido pelo técnico Marcelo Martelotte e perdendo espaço até para atletas de outra posição. O Santa deseja tenta encontrar algum clube para viabilizar uma transferência.

Fonte: Blog de Primeira, Folha de PE, Recife, 24/7/2015

Melhorar o rendimento fora de casa


MELHORAR O RENDIMENTO FORA DE CASA

Felipe Amorim

Se o Santa Cruz quer mesmo entrar na briga pelo acesso, a máxima de roubar pontos fora de casa dos adversários tem que começar a valer a todo custo. Até o momento, nos sete jogos já disputados, o Tricolor só conseguiu uma única vitória e dois empates, dando um irrisório aproveitamento de 23,8%.
Diante do Criciúma, que está invicto há seis rodadas na Série B, o desafio será voltar a vencer fora de casa. A primeira e última vez que isso aconteceu foi na 11ª rodada, quando bateu o Bragantino por 2x1. Antes, os melhores resultados do Santa Cruz havia sido dois empates: 2x2 contra Luverdense-MT e um 3x3 diante do Ceará, quando deixou escapar a vitória aos 48 minutos do segundo tempo.
Diante de todo esse panorama, é evidente que o desafio em Santa Catarina será muito difícil, mas não impossível. O latera-esquerdo Marlon pensa dessa forma. “O Criciúma é um time muito qualificado e vamos encontrar bastante dificuldade, mas estamos tranquilos. A nossa equipe está vindo de uma boa sequência de jogos, com apresentações convincentes e temos tudo para irmos lá e voltar com os três pontos”, disse.

Fonte: Jornal do Commercio, Recife, 24/7/2015

terça-feira, 21 de julho de 2015