quinta-feira, 28 de maio de 2015

Ivanildo da Buzina


Fonte: Arquivo Coral

A hora vai chegar!


A HORA VAI CHEGAR!

Yuri de Lira

Apesar de garantir foco no pagamento de dívidas com o grupo tricolor, o Santa Cruz vai também mantendo-se atento ao mercado para aumentar a folha salarial do plantel. Depois das chegadas de quatro jogadores de defesa (João Carlos, Neris, Marlon e Lúcio) e um meio-campista (Daniel Costa), a direção quer trazer agora dois atacantes: um centroavante nato e um atleta da posição que atue mais pelos lados do campo. Ambas as peças podem vir da Primeira Divisão do Brasileiro.
"Em breve, sabemos que haverá uma readequação dos times da Série A. Vão começar a enxugar os elencos e isso nos beneficia. Um jogador que hoje seria mais caro, acaba perdendo espaço, não pode jogar na mesma divisão porque já atuou pelo seu clube, nem consegue uma transferência internacional. Aí vão cair para a B e é a nossa chance de trazê-lo. E por um preço mais barato", declarou o vice-presidente do Santa Cruz, Constantino Júnior. No entanto, o dirigente reforça que está atento também a atacantes que jogam em outras competições sem ser a Primeira Divisão do nacional. "Não vamos nos fechar. Temos que trabalhar com outras possibilidades"
Sem querer desprestigiar os atacantes que estão à disposição de Ricardinho, o Santa Cruz garante que a vinda dos atacantes são para suprir as ausências de Thiaguinho e Betinho - dispensado e sem contrato renovado depois do Estadual, respectivamente. "Queremos um que jogue no lados e um de área. Thiaguinho veio com a característica de ser aquele homem de movimentação do ataque, mas não está mais conosco. Betinho ambém saiu. Estamos no mercado, mas não adianta trazer por trazer", enfatizou Constantino.

Fonte: Diario de PE, Recife, 27/5/2015

Reclamou, levou cartão!


RECLAMOU, LEVOU CARTÃO!

Paulo Henrique Tavares

Ali, no centro do gramado, enquanto América/MG e Santa Cruz disputavam os três pontos da terceira rodada da Série B do Campeonato Brasileiro, um diálogo se desenrolou entre dois jogadores adversários. O meia Mancini e o atacante Bruno Mineiro conversaram sobre a nova determinação da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) em pedir aos árbitros para serem mais rigorosos diante da reclamação dos atletas durante o jogo. A conclusão de ambos foi de desaprovação. No entanto, entre os “boleiros” também existem opiniões favoráveis. O fato é que, com a nova medida, o número de cartões amarelos disparou.
Nas três rodadas iniciais da Série A de 2014, por exemplo, foram 127 amarelos ao todo. No mesmo período da competição, em 2015, já são 172 cartões. A diferença, no entanto, está nos cartões provenientes da intolerância em relação a reclamações. Em 2014, as advertências por reclamação até a terceira rodada representaram 4,7% dos cartões amarelos aplicados até então. Em 2015, esse percentual saltou para 21,5%.
“Quando conversamos (Bruno Mineiro e Mancini) perguntávamos: qual é o motivo? Por que não conversar com o árbitro normal, como todos já conversavam? Lógico que tem uns que extrapolam. Mas os árbitros alegam que não pode levantar a mão, pois seria como se jogássemos ele contra a torcida”, disse o jogador do Santa Cruz Bruno Mineiro. “Eu acho ruim a determinação. Mas, assim, se é uma ordem que vem de cima (CBF) temos que acatar”, completou o atleta.
O líder do ranking de cartões sofridos na Primeira Divisão é o Vasco, com 15 amarelos. A equipe carioca também lidera no quesito “cartão por reclamação com o árbitro”, junto com o Palmeiras, ambos com cinco advertências. “Acredito que as reclamações têm acontecido pelo fato de os árbitros estarem deixando o jogo correr mais. E o jogador brasileiro ainda reclama. O nervosismo vem daí: na não marcação de faltas, antes marcadas”, justificou o goleiro do Sport Danilo Fernandes. “Mas é melhor deixar o jogo correr mesmo. Daqui a pouco os jogadores vão se adequando.”
Primeiro técnico a levar uma equipe do interior à final de um Campeonato Pernambucano, Sérgio China, do Salgueiro, é outro que elogia a medida. “Acho que educação tem que estar presente em qualquer área da nossa vida. Nossa recomendação aos atletas é para apenas o capitão ser o responsável por falar com o árbitro. Então, não tem pra que discordar. O futebol tem a ganhar com isso”, disse o treinador.

Fonte: Blog de Primeira, Folha de Pernambuco, Recife, PE, 28/5/2015

Mudando a postura


MUDANDO A POSTURA

O Santa Cruz que vai encara o ABC na próxima sexta-feira, às 19h30, pela quarta rodada da Série B, pode vir com mudanças nas duas laterais. O técnico Ricardinho obviamente não confirmou, mas deve sacar Nininho e Renatinho para acionar João Carlos e Lúcio na direita e esquerda respectivamente.
A alteração é um sinal claro de que algo está equivocado nas laterais do Tricolor. Só que mais do que mexer nas peças, o comandante coral deve cobrar uma diferença de postura no que diz respeito à marcação.
De nada vai adiantar Ricardinho mudar A por B ou por C se o time do Santa Cruz continuar falho na marcação pelas laterais. E não nos referimos apenas aos jogadores que atuam na posição. A defesa tem que começar lá na frente com os atacantes e seguir até a cobertura dos volantes. Não adianta de nada ter um lateral mais defensivo se quando ele subir abrir um buraco no lado do campo por conta da falta de cobertura.
Além disso, o Santa Cruz não pode apenas apostar em jogadores mais defensivos, resolver o problema que se encontra lá atrás e criar outra dor de cabeça, que no caso seria mais na frente.
O Tricolor tem que ser montado não para priorizar a defesa ou o ataque. Deve existir o equilíbrio entre as duas partes, característica ausente até o momento nos corais. Então, que Ricardinho busque o equilíbrio na sua equipe, seja com qual jogador for.

Fonte: Blog do Torcedor, Jornal do Commercio, Recife, PE, 27/5/2015

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Caça-Rato diz que volta em breve


CAÇA-RATO DIZ QUE VOLTA EM BREVE

Há cerca de um ano e seis meses, Flávio Caça-Rato vivia no Santa Cruz o que pode-se chama de sonho. Era ídolo, marcava gols decisivos, como no título da Série C, e tinha projeção nacional, tanto que era até lembrado para a seleção brasileira, mesmo que em tom de brincadeira. Mas agora o atacante está muito longe desse cenário. Sem clube, prefere curtir a família no Recife, onde cuida do seu segundo filho recém-nascido, Fabrício.
“É bom ficar com a família nesse momento. Até falei para o meu empresário que precisava de umas semanas para ficar com meu filho. Quando o primeiro (Flávio) nasceu eu não fiquei muito e quero curtir esse um pouco mais”, disse Caça-Rato ao Blog do Torcedor e ao Replay, da TV Jornal.
Flávio, porém, admite que já tem algumas propostas e que não vai ficar desempregado por muito tempo. Segundo ele, tem até negociação com clube de fora do Brasil. “Tem quatro clubes interessados. São dois da Série B, um da A e um para fora. Estamos vendo aí. Acho que com duas semanas estou de volta”.
Enquanto não arruma uma nova casa, vai mantendo a forma por conta própria. “Eu dou uma carrerinha aqui perto de casa”, garante o atacante que nega voltar para o Santa Cruz neste momento, apesar do carinho que tem pelo Tricolor. “É um local que gosto muito, mas não é hora de voltar agora. Quero conhecer outros locais ainda”.
Sobre a passagem pelo Remo, Caça-Rato explica que saiu do clube paraense por conta de questões financeiras. De acordo com ele, o Leão do Pará não cumpriu alguns acordos. “Teve um dia que cheguei no hotel e mandaram eu ir embora. Prometeram uma coisa para mim e foi diferente”.
Flávio voltou a ser alvo na mídia recentemente não por conta dos gols, mas pela atuação de um perfil falso nas redes sociais. O jogador garante que só tem conta no Instagram e que nunca pediu emprego na internet. “Vi que tem um perfil aí que já deu até entrevista. Não é o meu. O que uso tem a foto dos meus filhos e só. Nunca fui de pedir emprego nas redes sociais. Quem me conhece sabe disso”, finalizou o CR7 antes de voltar para a piscina com os filhos.

Fonte: Blog do Torcedor, Jornal do Commercio, Recife, 26/5/2015

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Primeiro pagar, depois contratar!


PRIMEIRO PAGAR, DEPOIS CONTRATAR

João de Andrade Neto

Após a goleada de 4 a 1 sofrida para o América-MG, a cobrança por reforços deve aumentar no Santa Cruz. No entanto, a preocupação da diretoria é outra. Com parte da folha salarial de março e todo o mês de abril ainda em aberto com o elenco, os cartolas corais garantem que novas contratações para a Série B só acontecerão quando os todos débitos com os atuais jogadores forem quitados. "O nosso principal reforço é pagar em dia", afirmou o diretor de futebol Jomar Rocha.
De acordo com o dirigente, o técnico Ricardinho está ciente e concorda com a política do clube. "Ele foi o primeiro a aceitar. Devemos 30% da folha de março e também o mês de abril. Se atualmente não temos dinheiro para estarmos em dia com o elenco, como vamos contratar?", indagou Jomar Rocha, que não enxerga na goleada sofrida para o América-MG como algo preponderante para buscar reforçar a equipe. "Foi um jogo atípico. Sofremos três gols em 15 minutos."
O cartola, no entanto, abriu uma condição para a chegada de novos jogadores ao Arruda. A saída de outros. "Se tivermos condições de contratar ao longo do campeonato vamos fazer. Por enquanto não temos. Só vamos ter bala na agulha para trazer um jogador em uma situação de reposição. Como foi o caso do Tiago Costa", lembrou.
Após o título do Campeonato Pernambucano, cinco jogadores deixaram o Santa Cruz, enquanto quatro foram contratados. Deixaram o clube o meia Thiaguinho, os laterais Tiago Costa, Léo Veloso e Moisés e o atacante Betinho, enquanto fizeram o caminho inverso os laterais Lúcio e Marlon, o zagueiro Neris e o meia Daniel Costa.
"Peço a compreensão e o apoio da torcida. Sexta-feira, contra o ABC, precisamos de uma boa renda. E importante também que o torcedor se associe" pediu Jomar.
Para a partida contra o alnivegro potiguar, o técnico Ricardinho não poderá contar com o volante Édson Sitta, suspenso pelo terceiro cartão amarelo. Já o lateral direito Nininho,que saiu do jogo machucado no tornozelo direito, será reavaliado. Caso não possa atuar, João Carlos (ex-Serra Talhada) pode fazer sua estreia pelo Santa.

Fonte: Diario de PE, Recife, 25/5/2015

Os números do jogo


OS NÚMEROS DO JOGO

No último sábado (23), o Santa Cruz sofreu uma dura derrota para o América/MG. Apresentando um futebol pífio no primeiro tempo, os pernambucanos levaram quatro gols e não conseguiram reagir na segunda etapa, apesar de um maior volume de jogo e mais chances criadas.
Como já tinha acontecido na partida contra o Macaé/RJ, na estreia da competição, o ataque tricolor voltou a desperdiçar boas chances. O atacante Anderson Aquino, por exemplo, perdeu uma boa oportunidade de diminuir o placar, quando ainda estava 4 a 1. Ele recebeu sozinho na área, mas não conseguiu se livrar do goleiro João Ricardo. A arbitragem, que invalidou um gol legal, e a trave também impediram um melhor resultado do Tricolor.

Confira abaixo as estatísticas da partida:
Posse de bola: América/MG 37,2% x 62,8% Santa Cruz
Finalizações certas: América/MG 6 x 9 Santa Cruz
Passes certos: América/MG 225 x 485 Santa Cruz
Cruzamentos: América/MG 19 x 19 Santa Cruz
Faltas: América/MG 24 x 11 Santa Cruz
Cartões amarelos: América/MG 3 x 3 Santa Cruz
Escanteios: América/MG 4 x 13 Santa Cruz
*Os números são do site Footstats.net

Fonte: Folha de PE, Blog de Primeira, Recife, 25/5/2015

As lições da derrota


AS LIÇÕES DA DERROTA

Nem tudo foi lamentação no Santa Cruz após a goleada de 4x1 sofrida contra o América-MG, na Arena Independência, sábado (23), em partida válida pela terceira rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. Após o “apagão” do primeiro tempo que custou três gols sofridos em menos de 15 minutos, a equipe conseguiu voltar com uma postura completamente diferente na etapa seguinte e aprendeu a valiosa lição de que, na Segundona, qualquer desatenção pode decidir o resultado de um confronto.
“Para jogar a Série B é necessário estar focado e concentrado, como sempre recomenda Ricardinho”, avaliou o lateral-esquerdo Lúcio. “Ficou muito claro que, no primeiro tempo, contra o América, entramos completamente desligados. No segundo, a postura foi outra. Voltamos colocando mais a bola no chão, trabalhando as jogadas. É assim que tem que ser. Nessa competição não dá para ter vacilo, pois sempre estaremos em confronto com adversários qualificados. Precisamos usar o que aconteceu como uma lição para que o mesmo não volte a se repetir.”
A partida ante o América-MG marcou a estreia do experiente jogador – que tem passagens por Palmeiras, São Paulo e Grêmio – com a camisa do Santa Cruz. Ele entrou no lugar de Renatinho, justamente o responsável pelo setor do qual saíram os três primeiros gols da equipe mineira. “Eu preferia nem ter estreado e ter saído com a vitória ou até ter jogado mal, mas sem essa derrota. Estreia boa é aquela que acontece com vitória. Mas dei meu melhor, consegui contribuir com a equipe e, acho que, no final, o mais importante é que consegui me movimentar bem”, avaliou.
Apesar de reconhecer que o momento vivenciado pelo Santa Cruz em Minas Gerais foi dos mais difíceis, o técnico Ricardinho acredita que a qualidade da equipe não pode ser contestada. “Não dá para avaliar esse grupo negativamente por causa de 15 ou 20 minutos de um primeiro tempo em que nada deu certo. Foi um resultado ruim, sim. Fácil de explicar, mas difícil de entender. Não tivemos iniciativa de jogo, diferente de um segundo tempo em que criamos bastante, mas pecamos por não termos conseguido concluir. Até conseguimos, mas o gol (de Anderson Aquino) foi anulado injustamente. Mas também não iríamos reclamar, pois estávamos perdendo por 4x1. Serviu para não deixarmos isso acontecer mais. Pagamos o preço da nossa desatenção no primeiro tempo”, afirmou.

Fonte: JC, Recife, 24/5/2015

domingo, 24 de maio de 2015

América-MG 4 x 1 Santa Cruz


AMÉRICA-MG 4 x 1 SANTA CRUZ

Yago Gouveia

Na tarde deste sábado (23), o Santa Cruz foi derrotado por 4 a 1 para o América/MG, na Arena Independência, em Belo Horizonte, em jogo válido pela 3° rodada da Série B. No primeiro tempo, a equipe tricolor foi completamente dominada pelo adversário, deu vários vacilos na defesa e deixou o Coelho marcar os quatro gols. No segundo, contudo, os pernambucanos foram melhores, mas esbarraram no goleiro João Ricardo e na trave.
Na próxima sexta-feira (29), o time comandado por Ricardinho encara o ABC/RN, no estádio do Arruda. Já o Coelho viaja até Bragança Paulista, para enfrentar o Bragantino.

O JOGO

Em crise e com o trabalho do técnico Givanildo oliveira questionado, era até esperado que o América/MG saísse mais para o jogo, mas nem o torcedor mais otimista do Coelho mineiro esperava um início tão avassalador. Antes do primeiro minuto de jogo, Felipe Amorim tocou para Cristiano que, de primeira, deixou para Robertinho. O lateral invadiu a área e fuzilou a meta pernambucana. Seis minutos depois, a zaga tricolor vacilou, o experiente Mancini passou fácil por Fred e só tocou para o gol vazio.
Os dois gols antes dos dez minutos abalaram a confiança doa atletas corais. Aos 15 minutos, veio outro baque. Após falta cobrada por Mancini, o zagueiro Anderson Conceição cabeceou, Fred espalmou, mas a bola bateu no peito de Diego Sacoman e morreu no fundo do gol. Após os gols, o América/MG começou a tocar mais a bola e esperar os ataques pernambucanos para, no contra-ataque, tentar matar o jogo. Aos 43, os homens da frente funcionaram mais uma vez. Felipe Amorim cruzou, Marcelo Toscano girou em cima de Nininho, e bateu na saída de Fred. Um minuto depois, Pedro Castro recebeu na área, dominou e soltou a bomba para diminuir a vantagem mineira.
Antes mesmo do intervalo, foi perceptível a irritação do técnico Ricardinho com o time. A bronca no vestiário, ao que parece, surtiu efeito. Logo no início da segunda etapa, Anderson Aquino saiu cara a cara com João Ricardo, mas o goleiro saiu bem nos pés do atacante e impediu que o Tricolor diminuísse a vantagem. Cinco minutos depois, Pedro Castro arriscou chute de fora da área e a bola, caprichosamente, acertou a trave.
Os corais seguiam melhores na partida, trocavam passes tentando encontrar um espaço na defesa mineira. Aos 20 minutos, João Paulo cobrou falta no cantinho esquerdo, mas João Ricardo, mais uma vez, impediu o gol. Dois minutos depois, aconteceu o lance mais polêmico do jogo. Após cruzamento da direita, Anderson Aquino completou para a rede, mas a arbitragem assinalou impedimento. A pressão pernambucana era muito forte. Pouco tempo depois, Édson Sitta aproveitou escanteio cobrado pelo lado esquerdo, mas mandou na trave.

FICHA DO JOGO

AMÉRICA/MG: João Ricardo; Robertinho (Walber), Wesley Matos, Anderson Conceição e Bryan; Thiago Santos (Diego Lorenzi), Leandro Guerreiro, Felipe Amorim e Mancini; Cristiano (Henrique Santos) e Marcelo Toscano. Técnico: Givanildo Oliveira

SANTA CRUZ: Fred; Nininho (Nathan), Diego Sacoman, Danny Morais e Renatinho (Lúcio); Édson Sitta, Bruninho, Pedro Castro e João Paulo; Anderson Aquino e Bruno Mineiro (Emerson Santos). Técnico: Ricardinho

Local: Estádio Independência (Belo Horizonte/MG). Árbitro: Rafael Traci (PR). Assistentes: Luciano Roggenbaum e Sidmar dos Santos Meurer (ambos do PR). Gols: Robertinho (1’ 1° tempo), Mancini (8’ 1° tempo) e Diego Sacoman – contra (15’ 1° tempo), Marcelo Toscano (44’ 1° tempo); Pedro Castro (46’ 1° tempo). Cartões amarelos: Édson Sitta, Bruno Mineiro e Diego Sacoman (SCZ); Felipe Amorim, Leandro Guerreiro e Wesley Matos (AMG). Público: 758. Renda: R$ 21.350,00

Fonte: Blog de Primeira, Folha de Pernambuco, Recife, 23/5/2015

sábado, 23 de maio de 2015

Sem aumento nas cotas televisivas


Presidente coral recebe Comenda João Havelange

SEM AUMENTO NAS COTAS TELEVISIVAS

Yuri de Lira

Alírio Moraes ainda não conseguiu aumentar o repasse das cotas de TV. Nesta quinta-feira, o presidente do Santa Cruz esteve em Maceió, onde participou de um evento da CBF e se reuniu com o nome maior da entidade, Marco Polo Del Nero. As conversas no encontro, porém, não foram suficientes para o Tricolor aumentar os valores que recebe pela transmissão dos seus jogos na Série B do Brasileiro.
Na capital alagoana, Alírio, mandatários de federações, de governos estaduais (Pernambuco foi representado pelo vice-governador Raul Henry), além de dirigentes de três times de cada estado da região estavam presentes a convite de Del Nero. Foram homenageados após uma palestra sobre modelo de gestão participativa e governança no futebol, que foi o mote do encontro.
Entretanto, Alírio Moraes, pelo menos por enquanto, não conseguiu o objetivo maior do Santa Cruz junto à CBF. "Ainda não houve novidade sobre o aumento dos repasses da nossas cotas de tevê. Mas a CBF sinalizou que está estudando ainda uma solução para o Santa Cruz", falou o presidente coral.
Atualmente, o Tricolor recebe apenas dez parcelas de R$ 53 mil da CBF, ao invés de R$ 300 mil - o valor proposto, em princípio, no contrato. Isso por que, na gestão passada, Antônio Luiz Neto pediu a antecipação dos valores que seriam pagos em 2015. A intenção do presidente era dobrar a quantia ou até chegar à casa dos R$ 200 mil.
O Santa, vale lembrar, já poderá fazer qualquer operação financeira com esse dinheiro proveniente da TV. As quantias estavam bloqueadas até o mês passado pela 12ª Vara do Trabalho do Recife, devido falta de pagamento de dívidas trabalhistas, mas os corais conseguiram reverter a situação ao pagar uma multa de R$ 600 mil no começo de maio.

Fonte: Diario de Pernambuco, Recife, 21/5/2015


Encarando o América-MG


ENCARANDO O AMÉRICA-MG

Felipe Amorim

Além de entrar em campo atrás da sua primeira vitória fora de casa na Série B do Campeonato Brasileiro, o Santa Cruz tem outro importante objetivo hoje à tarde, às 16h30, diante do América-MG. Quando pisarem no gramado do Estádio Independência, em Minas Gerais, os tricolores vão atrás do equilíbrio num confronto contra um adversário que ainda não venceu na competição.
Na primeira partida, contra o Macaé-RJ, foram 21 oportunidades criadas e nenhuma concluída com êxito. Com o desperdício vieram os dois gols da derrota. Em seguida, em casa, frente ao Paraná, o Santa Cruz não criou tanto - foram 14 chutes -, mas os gols saíram aos montes (goleou por 4x1 e tinha vaga para mais).
Durante a semana, o técnico Ricardinho, que tem como estilo de jogo a ofensividade, continuou sua busca pelo equilíbrio entre os setores. Para ele, não adianta defender bem se lá na frente os gols não saem e vice-versa.
“A gente precisa saber se equilibrar. Lógico que a solidez defensiva é importante para se ter uma equipe competitiva. Afinal, não adianta fazer dois gols e tomar quatro. Você sairá sempre perdendo. Precisamos ter esse equilíbrio defensivo e conseguir incomodar o adversário. Essa é a minha linda de trabalho, até porque no futebol o objetivo é o gol. Eu busco que minha equipe tenha um êxito ofensivo, sempre. Costumo dar liberdade, mas com responsabilidade”, disse.
Com a conquista do equilíbrio, acredita Ricardinho, o Santa Cruz terá mais facilidade de vencer os jogos fora de casa, mesmo lembrando que a atuação diante do Macaé foi muito elogiada - com exceção dos diversos gols perdidos.
“Conquistar pontos fora de casa é importantíssimo. Na Série B não adianta ser forte só dentro de casa, é preciso se fortalecer para atuar fora também. Sabemos, claro, que muitas vezes o emocional atrapalha negativamente, fato que não nos ocorreu diante do Macaé. Na nossa estreia, não conseguimos ganhar, mas a equipe propôs o jogo e é isso que espero deles na temporada. Se tivermos que pecar, vamos pecar pelo excesso, pela busca e não pela omissão”, afirmou Ricardinho.
Sobre o time que mandará a campo logo mais, o Santa Cruz terá apenas uma única mudança em relação à rodada passada. Recuperado de um edema na coxa direita, Bruno Mineiro está mantido no ataque ao lado de Anderson Aquino. A alteração será no meio-campo. Após cumprir suspensão pela expulsão, Bruninho está de volta à cabeça de área. Quem sai é Bileu. Outro atrativo no jogo será a presença de Lúcio no banco de reservas. Regularizado na última quinta-feira, o experiente lateral-esquerdo será opção para o decorrer da partida.

FICHA TÉCNICA DO JOGO

América-MG: João Ricardo; Walber, Wesley Matos, Anderson Conceição e Raul; Leandro Guerreiro, Thiago Santos, Tony e Mancini; Felipe Amorim e Marcelo Toscano. Técnico: Givanildo Oliveira.

Santa Cruz: Fred; Nininho, Diego Sacoman, Danny Morais e Renatinho; Bruninho, Edson Sitta, Pedro Castro e João Paulo; Anderson Aquino e Bruno Mineiro. Técnico: Ricardinho

Local: Estádio Independência, em Belo Horizonte (MG). Horário: 16h30.Árbitro: Rafael Traci (PR). Assistentes: Luciano Roggenbaum e Sidmar dos Santos (ambos do PR).

Fonte: Jornal do Commercio, Recife, 23/5/2015

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Só o momento interessa


SÓ O MOMENTO INTERESSA

Yuri de Lira

Mesmo com uma nova lesão, a previsão do departamento médico do Santa Cruz é que Tiago Cardoso fique à disposição de Ricardinho em três semanas. De fora desde o ano passado, o ídolo já começa a se tornar uma ameaça a Fred. Hoje titular, o atual camisa 1 do Tricolor garante que só foca no presente. Reconhece o status que carrega o ídolo coral. Mas diz que não teme uma possível perda de posição com o retorno do companheiro.
"Todo mundo espera a volta de Tiago Cardoso. Daqui a pouco, vai estar à disposição do professor e cabe ao ele escolher quem será o titular", disse Fred. "Eu não me considero titular absoluto. Apenas titular. Tiago tem uma história no Santa Cruz. Não fez só um jogo pelo Santa Cruz, não foi só um campeonato que jogou. Tem que respeitar", emendou.
Fred, contudo, não nega que vai buscar o seu espaço. "Como bom mineiro, como pela beirada. Vou degrau por degrau. Sei da responsabilidade de vestir da camisa 1 do Santa Cruz, de substituir um ídolo. As coisas vão acontecer naturalmente. O meu papel é crer no melhor", contou. "Meu foco é sempre no próximo jogo. Estou de cabeça tranquila".
Regular no gol do Tricolor, Fred afirma que as suas atuações dão a tranquilidade necessária para Tiago se recuperar devidamente. "Ele teve tempo de se recuperar sem tanta pressão de ter que voltar", finalizou.

Fonte: Diario de PE, Recife, 20/5/2015

Com vontade de acertar


COM VONTADE DE ACERTAR

Felipe Amorim

Ciente da cobrança que terá a partir do momento que estrear pelo Santa Cruz, o lateral-esquerdo Lúcio, apresentado oficialmente nesta quarta-feira (20) como novo reforço para a disputa da Série B, afirmou que continua 100% motivado em jogar futebol, apesar dos 35 anos, e que chega ao seu 14º clube com a mesma motivação de um garoto iniciando a carreira.
“É como se fosse a primeira vez. Estou aqui no Santa Cruz, não sou nenhum garoto, mas é como se eu fosse um agora. Eu sempre digo que um cara que não tem motivação para jogar aqui, no Santa Cruz, é melhor ele parar de jogar. É uma chance única e sei que serei bastante cobrado. Posso garantir que a motivação está 100%”, disse Lúcio.
No ano passado, por opção própria, Lúcio ficou a temporada inteira sem jogar. Sua volta aos gramados foi justamente no Salgueiro, clube o qual abriu as portas. Agora, de volta a um time de massa, vê a oportunidade como única. “O tempo que fiquei parado foi uma escolha minha. Quando é recomeço, é por conta de uma eventualidade que faz o cara parar. No meu caso foi diferente, porque tirei o ano pra curtir a família, mas mesmo assim trato como uma retomada. Espero fazer um belo campeonato e ajudar o Santa Cruz a subir para a Série A”, afirmou.
A parte física, garantiu o lateral, está muito boa e se Ricardinho precisasse, ele já poderia entrar em campo no sábado, contra o América-MG (falta ser regularizado). “Fiquei apenas três dias parado. A parte física está 100%, mas vou procurar buscar o meu espaço”, concluiu.

Fonte: JC, Recife, 20/5/2015

terça-feira, 19 de maio de 2015

A preferência de Marlon


A PREFERÊNCIA DE MARLON

Brenno Costa

A chegada do lateral esquerdo Marlon ao Santa Cruz veio cercada de uma disputa nos bastidores com o rival Náutico. Pelo menos, é isso que garante o próprio jogador. Anunciado pelo Tricolor do Arruda para a disputa da Série B, o atleta disse ter optado por defender o atual campeão pernambucano em vez do Timbu. O clube alvirrubro, por sua vez, nega que esse tenha sido o roteiro.
“O Náutico entrou em contato, mas não deu certo. São dois grandes clubes, mas preferi ir para o Santa Cruz. Espero fazer um grande papel”, disse o jogador, em entrevista à rádio CBN. “Eu optei o Santa Cruz por ser grande equipe, que sempre admirei apesar de carioca. É um time que tem uma grande torcida. Vou tentar fazer o melhor”, acrescentou.
Um dos responsáveis pela contratação de jogadores no Náutico, o gerente de futebol Carlos Kila dá uma versão diferente do caso. “Nós fizemos a proposta e depois recuamos. Na sexta-feira, quando estava chegando em São Paulo, o empresário dele falou que, se nós não quiséssemos, ele iria colocar ele no Santa Cruz. Disse que poderia sem problema. Retiramos a proposta porque perdemos o interesse nele”, garantiu.

PARCERIA COM LÚCIO
Marlon chega ao Santa Cruz junto com o colega Lúcio, que também defendeu o Salgueiro durante o Campeonato Pernambucano. O atleta comemorou a parceria com o jogador e, em tom de respeito, não se vê como titular do clube coral.
“Eu e Lúcio tínhamos um entrosamento incrível no Salguero. É um jogador que sempre admirei. Sempre fomos parceiros”, disse. “Não sei ( se chego para ser titular). Vou busca meu espaço dentro do grupo aos poucos. Vamos ver o que o professor Ricardinho vai escolher. O torcedor pode esperar muita garra e dedicação. Vou suar sangue para tentar convencer”, finalizou.

Fonte: Diario de PE, Recife, 17/5/2015

A recuperação de Raniel


A RECUPERAÇÃO DE RANIEL

Diego Toscano

Com um estiramento no ligamento colateral medial do joelho direito, Raniel vai aproveitar o tempo que ficará fora dos gramados, punido por seis meses pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) por uso de drogas recreativas, para ficar 100% recuperado. Como já cumpriu dois meses da pena, o jogador ainda tem 180 dias para voltar e reforçar o Santa Cruz na Série B.
"Raniel está na quinta semana de recuperação, indo para a sexta. Este era o tempo previsto da recuperação dele, para o jogador voltar aos treinos físicos. Como, infelizmente, ele teve essa punição, vai facilitar para um tratamento mais cauteloso. Com tempo suficiente, ele só vai voltar 100%", afirmou Wilton Bezerra, médico do Tricolor do Arruda.
Segundo o departamento médico do Santa Cruz, a lesão do meia é difícil de se tratar, e por isso o tempo de recuperação, para a total cicatrização, deverá ser estendido. "Essas lesões de ligamento são muito complicadas. Às vezes, o atleta não sente mais nada, mas no primeiro lance de dividida, sente o choque e volta para o DM. Vamos ter calma", explicou Wilton.

Fonte: JC, Recife, 19/5/2015